Ingredients
Method
- Cozinhe a mandioca em água com sal até ficar bem macia (cerca de 20 minutos). Reserve 1 xícara do caldo do cozimento e escorra o restante.
- Tempere os cubos de frango com sal. Aqueça o óleo em uma panela grande em fogo médio-alto e refogue o frango até dourar levemente por todos os lados, cerca de 5 minutos.
- Acrescente o alho amassado e a cebola picada à panela. Refogue em fogo médio por 3 minutos, mexendo, até a cebola ficar transparente.
- Junte os tomates picados e cozinhe em fogo baixo por 5 minutos, mexendo ocasionalmente, até o tomate desmanchar e formar um molho.
- No liquidificador, processe a mandioca cozida com o caldo reservado até obter um purê liso e homogêneo. Se precisar, adicione um pouco mais de caldo para facilitar.
- Despeje o purê de mandioca sobre o refogado de frango, acrescente o leite de coco e aumente o fogo para médio. Mexa bem por 3 a 4 minutos até o creme engrossar e incorporar.
- Adicione o azeite de dendê, o molho de pimenta e o coentro picado. Mexa por mais 1 minuto, acerte o sal e sirva imediatamente em travessa funda.
Notes
O pulo do gato aqui é processar a mandioca até sumir os gruminhos. Vai de liquidificador? Não jogue tudo de uma vez! Se empacar, manda um chorinho do caldo reservado e bate devagar. O bobo de frango precisa cair pesado da colher, firme, textura de escondidinho.
Já tentou usar mandioca congelada no preparo? Até funciona, mas costuma soltar mais água - deixa o prato mais ralo, aí acaba virando sopa em vez de bobo. Vale mais a pena gastar uns minutos a mais e pegar mandioca fresca da feira. Sabe aquela cremosidade que cola no arroz? Só assim.
Erro clássico: dendê queimado amarga tudo. Aprendi na raça, viu? O azeite de dendê só entra no final, fora de fogo brabo. Mexeu, brilhou dourado, tá pronto. Não discute! Se passar, amarga o prato inteiro. Não queira descobrir.
Por que a mandioca deixa tudo tão cremoso? É pura ciência de botequim: muito amido, quase como o polvilho do pão de queijo, mas aqui transforma um caldo comum naquele creme denso, típico de comida de festa do interior. Quem não gosta de raspar o fundo, nem merece sentar à mesa.
Fica de olho no cheirinho - quando invadir a casa e a cor puxar para um dourado forte, é sinal que está na hora de apagar o fogo. E aí, na sua casa, rola raspa de panela ou tem briga pela primeira colher? Veja outras ideias no Aves pra variar no rango. Galinhada Caipira.
Já tentou usar mandioca congelada no preparo? Até funciona, mas costuma soltar mais água - deixa o prato mais ralo, aí acaba virando sopa em vez de bobo. Vale mais a pena gastar uns minutos a mais e pegar mandioca fresca da feira. Sabe aquela cremosidade que cola no arroz? Só assim.
Erro clássico: dendê queimado amarga tudo. Aprendi na raça, viu? O azeite de dendê só entra no final, fora de fogo brabo. Mexeu, brilhou dourado, tá pronto. Não discute! Se passar, amarga o prato inteiro. Não queira descobrir.
Por que a mandioca deixa tudo tão cremoso? É pura ciência de botequim: muito amido, quase como o polvilho do pão de queijo, mas aqui transforma um caldo comum naquele creme denso, típico de comida de festa do interior. Quem não gosta de raspar o fundo, nem merece sentar à mesa.
Fica de olho no cheirinho - quando invadir a casa e a cor puxar para um dourado forte, é sinal que está na hora de apagar o fogo. E aí, na sua casa, rola raspa de panela ou tem briga pela primeira colher? Veja outras ideias no Aves pra variar no rango. Galinhada Caipira.
