Ingredients
Method
- Preaqueça o forno a 180 °C. Unte e enfarinhe uma forma retangular média (25 x 35 cm) ou uma forma de buraco no meio.
- Separe as gemas das claras dos 3 ovos. Na batedeira ou com um fouet, bata as gemas com o açúcar e a margarina até obter um creme claro e homogêneo, por cerca de 3 minutos.
- Adicione o leite aos poucos ao creme de gemas, alternando com a farinha de trigo peneirada. Misture delicadamente com uma espátula até incorporar tudo sem sovar.
- Acrescente a essência de baunilha e o fermento em pó, misturando levemente apenas para distribuir.
- Em uma tigela limpa e seca, bata as claras em neve firme — elas devem formar picos que não caem quando você vira a tigela. Esse passo é o segredo da textura arenosa e leve do bolo.
- Incorpore as claras em neve à massa em dois movimentos, usando uma espátula com movimentos de baixo para cima. Não misture em círculos para não perder o volume.
- Despeje a massa na forma preparada e leve ao forno preaquecido por 35 a 40 minutos, ou até o palito sair limpo e a superfície estar dourada.
- Retire do forno e deixe esfriar na forma por 10 minutos antes de desenformar. Sirva em temperatura ambiente, polvilhado com açúcar de confeiteiro se desejar.
Notes
O pulo do gato para o bolo ficar mesmo aquele fofo e arenoso: bater as claras até ficarem firmes, quase como uma espuma de suspiro. Já tentei desanimar e bater pela metade — virou uma sola, triste de ver.
Pra margarina misturar direitinho com o açúcar e as gemas, use em ponto de pomada (tipo manteiga fora da geladeira, sabe?). A massa crua tem que cair pesada da colher. Não tem erro.
Nada de abrir a porta do forno antes de ver a casa toda cheirando igual padaria de esquina. Se abrir por ansiedade, vai afundar no meio. Já fiz e me arrependi no mesmo minuto. Fim.
No ponto certo, veja as bordas da massa desgrudando da forma e a superfície dourada daquele jeito de casa de vó. Pode espetar o palito, mas o toque do dedo é infalível — se o bolo voltar sem deixar marca, tá pronto.
Na real, o preparo fica perfeito por três dias num pote fechado. Geladeira só se for emergência, porque resseca rapidinho. Depois o desafio é encarar a pia (sempre tem mais louça do que parece). Na sua casa alguém briga pra raspar a calda ou só eu?
Pra margarina misturar direitinho com o açúcar e as gemas, use em ponto de pomada (tipo manteiga fora da geladeira, sabe?). A massa crua tem que cair pesada da colher. Não tem erro.
Nada de abrir a porta do forno antes de ver a casa toda cheirando igual padaria de esquina. Se abrir por ansiedade, vai afundar no meio. Já fiz e me arrependi no mesmo minuto. Fim.
No ponto certo, veja as bordas da massa desgrudando da forma e a superfície dourada daquele jeito de casa de vó. Pode espetar o palito, mas o toque do dedo é infalível — se o bolo voltar sem deixar marca, tá pronto.
Na real, o preparo fica perfeito por três dias num pote fechado. Geladeira só se for emergência, porque resseca rapidinho. Depois o desafio é encarar a pia (sempre tem mais louça do que parece). Na sua casa alguém briga pra raspar a calda ou só eu?
