Ingredients
Method
- Tempere os camarões limpos com alho amassado, suco de limão, sal, pimenta-do-reino e azeite. Misture bem e deixe marinar por 15 minutos na geladeira.
- Aqueça uma frigideira em fogo alto e refogue os camarões temperados por 2 a 3 minutos, apenas até ficarem rosados — não cozinhe demais para não ressecar. Retire do fogo, deixe esfriar e pique grosseiramente.
- Misture os camarões picados com o tomate em cubinhos e o coentro fresco. Reserve o recheio.
- Para a massa, coloque a farinha peneirada e o sal em uma tigela grande. Adicione a manteiga gelada em cubos e esfregue com a ponta dos dedos até obter uma farofa grossa e areada.
- Abra um buraco no centro da farofa, adicione o ovo inteiro e comece a incorporar. Vá acrescentando a água gelada aos poucos, misturando até a massa unir e soltar das mãos — ela deve ser macia mas não grudenta.
- Embrulhe a massa em plástico filme e leve à geladeira por 20 minutos para descansar e firmar.
- Retire a massa da geladeira e abra com rolo em espessura de 3 mm sobre superfície enfarinhada. Corte círculos de aproximadamente 10 cm de diâmetro com um cortador ou copo.
- Coloque uma colher de sopa cheia de recheio no centro de cada disco. Dobre a massa ao meio formando uma meia-lua e pressione as bordas com um garfo para selar bem — não deixe nenhum espaço aberto.
- Aqueça o óleo em uma panela funda até atingir 175 °C (um pedacinho de massa deve borbulhar imediatamente ao entrar no óleo). Frite os empanadinhos em levas de 4 a 5 unidades por vez, virando uma vez, até ficarem dourados e crocantes — cerca de 3 a 4 minutos por leva.
- Retire com escumadeira e escorra em papel toalha. Sirva imediatamente enquanto ainda estão crocantes.
Notes
Pulo do gato para um empanadinho de camarão perfeito: seque o camarão até perder até aquela última gota - se entrar molhado, vai virar um desastre na fritura e racha tudo. Papel toalha sem dó! É o truque de vó para casquinha sequinha.
Por que a manteiga gelada? É ela que deixa a massa daquele jeito que esfarela quando morde, igual à de pastelaria boa. Se o calor bater, joga a tigela em cima de um tabuleiro com gelo rapidinho.
Nunca encha demais! Uma colher de sopa cheia já basta - se empolgar no recheio, a massa não fecha direito e fica aquela bagunça na frigideira. Já cometi esse vacilo e vazou tudo que podia.
Aperte bem as bordas com o garfo (sem miséria!), senão o recheio dá o famoso truque da fuga na hora de fritar. Quer uma cola esperta? Molha só de leve a borda com água (literalmente com o dedo).
O ponto do óleo é aquele barulhinho estalado, bolhas grossas e corando igual pastel de feira. Sabe quando o cheiro toma conta da cozinha? Óleo a 175 °C bonitinho - mas se não tiver termômetro, Pastel Frito Simples tem mais detalhes de olho.
Dê um tempo de um minuto entre cada leva de fritura pra não deixar o óleo morrer de frio. Fritou, já põe no papel toalha. E olha... ninguém gosta de lavar a pilha de louça no fim!
Por que a manteiga gelada? É ela que deixa a massa daquele jeito que esfarela quando morde, igual à de pastelaria boa. Se o calor bater, joga a tigela em cima de um tabuleiro com gelo rapidinho.
Nunca encha demais! Uma colher de sopa cheia já basta - se empolgar no recheio, a massa não fecha direito e fica aquela bagunça na frigideira. Já cometi esse vacilo e vazou tudo que podia.
Aperte bem as bordas com o garfo (sem miséria!), senão o recheio dá o famoso truque da fuga na hora de fritar. Quer uma cola esperta? Molha só de leve a borda com água (literalmente com o dedo).
O ponto do óleo é aquele barulhinho estalado, bolhas grossas e corando igual pastel de feira. Sabe quando o cheiro toma conta da cozinha? Óleo a 175 °C bonitinho - mas se não tiver termômetro, Pastel Frito Simples tem mais detalhes de olho.
Dê um tempo de um minuto entre cada leva de fritura pra não deixar o óleo morrer de frio. Fritou, já põe no papel toalha. E olha... ninguém gosta de lavar a pilha de louça no fim!
