Ingredients
Method
- Retire a película que envolve cada fatia de fígado puxando com os dedos ou com auxílio de uma faca de ponta. Coloque as fatias em uma tigela e cubra com o suco dos dois limões. Deixe marinar por 15 minutos em temperatura ambiente.
- Após a marinada, retire o fígado do limão e seque bem com papel toalha. Tempere com sal, pimenta-do-reino e o alho amassado, pressionando levemente para os temperos aderirem à carne.
- Aqueça metade da manteiga em uma frigideira larga em fogo médio-alto até espumar. Adicione as fatias de fígado em uma única camada — não sobreponha — e frite por 2 a 3 minutos de cada lado até dourar bem. Reserve em prato aquecido.
- Na mesma frigideira, sem lavar, adicione o restante da manteiga e reduza para fogo médio. Refogue as fatias de cebola mexendo de vez em quando até ficarem douradas e macias, por cerca de 5 minutos.
- Acrescente as rodelas de palmito à frigideira e misture delicadamente com a cebola. Polvilhe a farinha de trigo por cima e mexa rapidamente para envolver os ingredientes sem deixar empelotar.
- Despeje o vinho branco seco e mexa bem, raspando o fundo da frigideira para soltar os resíduos dourados — essa técnica de deglacear é o que dá profundidade ao molho. Deixe cozinhar em fogo médio por 3 a 4 minutos até o molho reduzir levemente e encorpar.
- Recoloque o fígado frito sobre o molho de cebola e palmito. Misture suavemente para aquecer por 1 a 2 minutos sem deixar cozinhar demais — o fígado já está no ponto. Sirva imediatamente acompanhado de arroz branco sequinho.
Notes
Já tentou tirar a película do fígado apetitoso puxando com a mão mesmo? Parece besteira, mas faz toda a diferença pra não virar sola. O miúdo respira, o sabor fica menos forte e a textura agradece. Erro clássico: deixar com película! Não faça isso.
Fígado molhado não doura, faz vapor e vira um cozido sem graça. Tem que secar bem, daqueles de encher o papel-toalha. Vai por mim: fatia do tamanho de palma de mão, frigideira quente e nada de empilhar. Quer aquela casquinha dourada e crocante no seu fígado apetitoso? Só assim.
Na hora do molho, raspe o fundo da panela. O deglaceado com vinho branco solta todo aquele dourado que se gruda, transformando um simples preparo em sabor de bistrô. Já vi muita gente pular e perder toda a graça. Sério, não pule.
Fígado passou do ponto? Fica dureza, amarga e ninguém perdoa. O segredo é tirar na hora que está ainda meio rosadinho no centro; o calor termina o trabalho. Pronto, tá lindo.
Quer inventar moda no seu fígado apetitoso? Louro, tomilho ou bacon picadinho levantam o aroma e fazem diferença. Quem diz que manteiga não é insubstituível aqui... desculpa, mas margarina não tem vez! Depois, é só encarar a pia cheia de frigideira e faca - faz parte. Você prefere servir com arroz solto ou é do time purê de mandioca molhadinho?
Fígado molhado não doura, faz vapor e vira um cozido sem graça. Tem que secar bem, daqueles de encher o papel-toalha. Vai por mim: fatia do tamanho de palma de mão, frigideira quente e nada de empilhar. Quer aquela casquinha dourada e crocante no seu fígado apetitoso? Só assim.
Na hora do molho, raspe o fundo da panela. O deglaceado com vinho branco solta todo aquele dourado que se gruda, transformando um simples preparo em sabor de bistrô. Já vi muita gente pular e perder toda a graça. Sério, não pule.
Fígado passou do ponto? Fica dureza, amarga e ninguém perdoa. O segredo é tirar na hora que está ainda meio rosadinho no centro; o calor termina o trabalho. Pronto, tá lindo.
Quer inventar moda no seu fígado apetitoso? Louro, tomilho ou bacon picadinho levantam o aroma e fazem diferença. Quem diz que manteiga não é insubstituível aqui... desculpa, mas margarina não tem vez! Depois, é só encarar a pia cheia de frigideira e faca - faz parte. Você prefere servir com arroz solto ou é do time purê de mandioca molhadinho?
