Ingredients
Method
- Pré-aqueça o forno a 180 °C. Separe uma fôrma de pudim com furo central de 1,5 litros de capacidade.
- Prepare a calda: coloque o açúcar e a água em uma panela de fundo grosso. Misture apenas até o açúcar dissolver e leve ao fogo médio sem mexer mais.
- Cozinhe a calda por 8 a 10 minutos, observando a cor — quando atingir tom âmbar dourado escuro (caramelo), retire do fogo imediatamente. Despeje com cuidado sobre a fôrma, espalhando pelo fundo e laterais com movimentos circulares. Reserve.
- Descasque as 6 bananas-nanicas maduras, quebre-as em pedaços grosseiros e coloque no liquidificador. Adicione o leite condensado, o leite, os ovos, a farinha de rosca e a manteiga.
- Bata tudo em velocidade alta por 3 minutos, até obter um creme liso, homogêneo e sem grumos de farinha. O creme ficará levemente espesso — isso é o ponto certo.
- Despeje o creme de banana sobre a calda caramelizada na fôrma. Cubra firmemente com papel-alumínio, vedando bem as bordas para não entrar vapor.
- Coloque a fôrma dentro de uma assadeira maior e adicione água quente na assadeira até atingir metade da altura da fôrma do pudim. Leve ao forno em banho-maria.
- Asse por 1 hora e 40 minutos. Para verificar o ponto, espete um palito no centro — ele deve sair limpo ou com poucas migalhas úmidas. Se sair com creme líquido, devolva ao forno por mais 10 a 15 minutos.
- Retire do forno, remova o papel-alumínio e deixe esfriar completamente em temperatura ambiente. Leve à geladeira por no mínimo 4 horas ou, de preferência, de um dia para o outro.
- Para desenformar, passe uma faca fina pelas bordas internas da fôrma. Coloque um prato fundo sobre a fôrma, vire com um movimento rápido e firme e aguarde alguns segundos para a calda escorrer naturalmente.
Notes
Escolha bananas beeem maduras (casca quase preta mesmo). Já fiz com fruta verde e ficou aquela massa sem graça - erro clássico de quem tem pressa! O resultado só vem com banana de vó: massa perfumada e docinha sem esforço.
Quando for preparar a calda, nada de mexer com colher depois de dissolver: só balança a panela. Se meter a colher, vira uma sola de açúcar e estraga tudo. Já aconteceu por aqui, viu?
A farinha de rosca é o segredo do pudim nordestino de banana: ela funciona tipo uma esponja, segurando toda a umidade da massa, deixando o preparo encorpado, firme pra cortar, mas ainda cremoso no centro. Pulo do gato nordestino mesmo.
Banho-maria e papel alumínio bem vedado: se escapar vapor, a textura fica furada e desgracenta. Tampe direitinho e não invente moda. Sem drama.
Quer saber se está no ponto? Não confie só no tempo: quando sentir o cheiro de banana espalhar pela casa e ver as bordas começarem a soltar da forma, espete o palito. Saiu limpo ou só com farelinho úmido, pode desligar. O resto é ansiedade de esperar gelar, né?
Resista à tentação de desenformar cedo, porque o choque do prato gelado pode rachar o pudim todo. Já fiz isso e virou bagunça na bancada. Entendi rapidinho: mínimo 4 horas de geladeira, senão vai querer comer às colheradas pra salvar.
Depois é encarar aquela pia lotada de tigela e liquidificador. Mas, sinceramente? Vale cada minuto. Na sua casa vai de calda que escorre ou cobertura caprichada por cima? Me conta nos comentários!
Curioso pra ver outras receitas tão cheias de sotaque? Tem mais sugestões nos pudim de pão nordestino e bolo de fubá cremoso, dois clássicos para animar qualquer reunião.
Pra mais truques, veja o guia completo de Bolos E Tortas - dica boa pra quem gosta de testar variações sem medo.
Quando for preparar a calda, nada de mexer com colher depois de dissolver: só balança a panela. Se meter a colher, vira uma sola de açúcar e estraga tudo. Já aconteceu por aqui, viu?
A farinha de rosca é o segredo do pudim nordestino de banana: ela funciona tipo uma esponja, segurando toda a umidade da massa, deixando o preparo encorpado, firme pra cortar, mas ainda cremoso no centro. Pulo do gato nordestino mesmo.
Banho-maria e papel alumínio bem vedado: se escapar vapor, a textura fica furada e desgracenta. Tampe direitinho e não invente moda. Sem drama.
Quer saber se está no ponto? Não confie só no tempo: quando sentir o cheiro de banana espalhar pela casa e ver as bordas começarem a soltar da forma, espete o palito. Saiu limpo ou só com farelinho úmido, pode desligar. O resto é ansiedade de esperar gelar, né?
Resista à tentação de desenformar cedo, porque o choque do prato gelado pode rachar o pudim todo. Já fiz isso e virou bagunça na bancada. Entendi rapidinho: mínimo 4 horas de geladeira, senão vai querer comer às colheradas pra salvar.
Depois é encarar aquela pia lotada de tigela e liquidificador. Mas, sinceramente? Vale cada minuto. Na sua casa vai de calda que escorre ou cobertura caprichada por cima? Me conta nos comentários!
Curioso pra ver outras receitas tão cheias de sotaque? Tem mais sugestões nos pudim de pão nordestino e bolo de fubá cremoso, dois clássicos para animar qualquer reunião.
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