Ingredients
Method
- Aqueça o óleo de milho em uma panela média em fogo médio. Adicione a cebola picada e refogue por cerca de 3 minutos, mexendo sempre, até dourar levemente.
- Acrescente a cenoura cortada em cubos e refogue por aproximadamente 5 minutos, mexendo com frequência, até que fique levemente macia mas ainda com crocância.
- Reduza o fogo para chama baixa e adicione o arroz integral cozido. Misture bem para incorporar os sabores do refogado ao arroz.
- Acrescente a banana passa picada e o espinafre. Mexa continuamente para que o espinafre murche levemente e a banana passa distribua seu dulçor pelo arroz.
- Adicione a mussarela de búfala em pedaços e continue mexendo por mais 1 minuto, até que o queijo comece a amolecer levemente sem derreter completamente. Ajuste o sal.
- Desligue o fogo e adicione a salsinha picada, misturando delicadamente para não quebrar os pedaços de queijo.
- Transfira o risoto para uma travessa de vidro. Enfeite as bordas com folhas de espinafre cruas e salpique as sementes de papoula por cima. Sirva imediatamente, bem quente.
Notes
Arroz integral quer respeito: cozinhe al dente, tipo aquele grão que você morde e sente textura. Se você errar a mão e cozinhar demais, vira um risoto empapado estilo sola – já passei essa vergonha. Vai por mim: assim que a casa inteira ficar com cheirinho de arroz tostando, tá na hora do refogado.
A banana passa só entra junto do espinafre. Sabe aquele pulo do gato? Assim ela não desmonta, dá aquele susto de dulçor a cada colher. Uma vez joguei no início e sumiu tudo – erro clássico! A banana tem que aparecer.
Espinafre tem ponto também: entrou na panela, fique atento ao verde ainda intenso e ao cheiro fresco. Murchou, reduziu de volume, mas não desmanchou? Pronto. Sinal visual e olfativo são rei – esqueça cronômetro. O aroma meio adocicado de banana indica o ponto.
Panela larga e fundo grosso, sempre! Se você usar panela magrela, o arroz gruda. E ninguém merece raspar panela depois, né? Aliás, dica: veja mais variações no Bolos E Tortas – inspiração nunca é demais.
Quer dar moral no sabor? Adiciona um dente de alho picadinho com a cebola. Bate com o espinafre, quebra o doce da banana e ninguém enjoa. Quem põe margarina no lugar do óleo merece ban ban ban! Qual cobertura sua família briga mais – queijo na colherada ou salsinha por cima?
A banana passa só entra junto do espinafre. Sabe aquele pulo do gato? Assim ela não desmonta, dá aquele susto de dulçor a cada colher. Uma vez joguei no início e sumiu tudo – erro clássico! A banana tem que aparecer.
Espinafre tem ponto também: entrou na panela, fique atento ao verde ainda intenso e ao cheiro fresco. Murchou, reduziu de volume, mas não desmanchou? Pronto. Sinal visual e olfativo são rei – esqueça cronômetro. O aroma meio adocicado de banana indica o ponto.
Panela larga e fundo grosso, sempre! Se você usar panela magrela, o arroz gruda. E ninguém merece raspar panela depois, né? Aliás, dica: veja mais variações no Bolos E Tortas – inspiração nunca é demais.
Quer dar moral no sabor? Adiciona um dente de alho picadinho com a cebola. Bate com o espinafre, quebra o doce da banana e ninguém enjoa. Quem põe margarina no lugar do óleo merece ban ban ban! Qual cobertura sua família briga mais – queijo na colherada ou salsinha por cima?
