Ingredients
Method
- Em uma tigela grande, misture os ovos, metade do açúcar (½ xícara), o óleo e o leite. Bata com um garfo ou fouet até ficar homogêneo.
- Adicione o sal e o fermento em pó e misture. Vá incorporando a farinha de trigo aos poucos, amassando com as mãos, até a massa soltar dos dedos sem grudar — ela deve ser macia e maleável, não dura.
- Cubra a massa com um pano limpo e deixe descansar por 10 minutos em temperatura ambiente. Esse descanso relaxa o glúten e facilita na hora de moldar.
- Divida a massa em porções do tamanho de uma noz. Role cada porção entre as palmas das mãos formando um cordão de aproximadamente 15 cm e una as pontas pressionando bem para não abrir na fritura.
- Aqueça o óleo em fogo médio-baixo (cerca de 160–170 °C). Para testar, coloque um pedacinho de massa: se subir devagar com bolhinhas ao redor, está no ponto certo.
- Frite as rosquinhas em pequenas levas, sem abarrotar a panela, virando uma vez com uma escumadeira até dourarem por igual — aproximadamente 3 a 4 minutos no total. Retire e escorra em papel-toalha.
- Misture a outra metade do açúcar (½ xícara) com a canela em pó em um prato fundo. Passe as rosquinhas ainda quentes nessa mistura, cobrindo bem todos os lados. Sirva em seguida.
Notes
Óleo quente demais? Sabe aquele desastre da massa dourando por fora e crua por dentro? Erro clássico! O ponto bom da fritura é testar com uma bolinha pequena: ela deve subir devagar, rodeada de bolhinhas - nem rápido demais, nem devagar como sola de sapato. E o cheiro de fritura toma conta da cozinha, não tem jeito.
A farinha precisa entrar de pouco em pouco, sempre numa tigela grande de vó (ou bacia, se preferir). Sentiu a massa desgrudando das mãos e ainda macia? Pronto! Se pôr farinha demais, vira rosquinha frita dura que nem dente de leão. E já tentou fazer bolinho de chuva nessa vibe também? Recomendo.
Na hora de fechar o anel, capricha apertando as pontas, senão abre na fritura e despenca no óleo. Fica feio, mas dá pra comer igual (acontece sempre por aqui). Não tem erro.
Passe no açúcar e canela enquanto elas ainda estão quentinhas. É aí que a casquinha pega bem e vira aquela crosta crocante que faz barulhinho a cada mordida. Se deixar esfriar, não gruda direito e só sobra farelo solto na travessa.
Para guardar e garantir aquela crocância, potinho hermético ou lata de biscoito salva a pátria - mas evite pôr na geladeira porque aí a casquinha vira tristeza. E pra briga de quem raspa o fundo de açúcar, não tem solução! Quer mais ideias? Veja o guia Bolos E Tortas ou conheça também Bolinho de Chuva Simples. E na sua casa, vai com café preto puro ou aquele chá de tarde?
A farinha precisa entrar de pouco em pouco, sempre numa tigela grande de vó (ou bacia, se preferir). Sentiu a massa desgrudando das mãos e ainda macia? Pronto! Se pôr farinha demais, vira rosquinha frita dura que nem dente de leão. E já tentou fazer bolinho de chuva nessa vibe também? Recomendo.
Na hora de fechar o anel, capricha apertando as pontas, senão abre na fritura e despenca no óleo. Fica feio, mas dá pra comer igual (acontece sempre por aqui). Não tem erro.
Passe no açúcar e canela enquanto elas ainda estão quentinhas. É aí que a casquinha pega bem e vira aquela crosta crocante que faz barulhinho a cada mordida. Se deixar esfriar, não gruda direito e só sobra farelo solto na travessa.
Para guardar e garantir aquela crocância, potinho hermético ou lata de biscoito salva a pátria - mas evite pôr na geladeira porque aí a casquinha vira tristeza. E pra briga de quem raspa o fundo de açúcar, não tem solução! Quer mais ideias? Veja o guia Bolos E Tortas ou conheça também Bolinho de Chuva Simples. E na sua casa, vai com café preto puro ou aquele chá de tarde?
