Ingredients
Method
- Pré-aqueça o forno a 200°C. Unte uma assadeira retangular grande (30x20 cm) com manteiga e reserve.
- Em uma panela grande, derreta a manteiga em fogo médio e refogue as rodelas de cebola até ficarem macias, translúcidas e levemente douradas, mexendo sempre — cerca de 8 minutos.
- Com a panela ainda no fogo médio-baixo, despeje o leite fervente sobre a cebola refogada e misture bem. Acrescente o fubá aos poucos, mexendo continuamente com uma colher de pau até formar um angu espesso e homogêneo.
- Retire a panela do fogo. Tempere com sal, lembrando que o queijo já traz sabor. Adicione o queijo ralado e as gemas, uma a uma, incorporando bem a cada adição.
- Acrescente o fermento em pó e misture. Em seguida, adicione as claras em neve em três etapas, dobrando a massa delicadamente com uma espátula de baixo para cima para manter o ar incorporado.
- Despeje a massa na assadeira untada, alisando a superfície com uma espátula. Leve ao forno pré-aquecido e asse por 40 a 45 minutos, até a superfície ficar bem dourada e um palito inserido no centro sair limpo.
- Retire do forno e deixe descansar por 10 minutos antes de cortar. Sirva em fatias generosas, ainda morno.
Notes
O angu, aqui, é da escola raspa-panela: tem que soltar fácil das laterais e cair pesado na colher de pau. Sabe aquele visual de mingau grosso, cheirando bem forte a milho? Se ficou muito líquido, põe mais fubá (do tamanho de uma colher generosa) e mexe até dar liga. Não tem erro.
Bate as claras firme até ficar igual neve mesmo, tipo gorro de inverno! Mistura com todo carinho, de baixo pra cima, pra não perder o fofo e deixar a massa que nem sola de sapato. Quer leveza? Aqui mora o pulo do gato.
Já achei que dourado de borda era sinal de ponto, mas me dei mal... O segredo está no centro ficar sequinho: espeta o palito, sentiu que não pegou massa? Tá pronto. Senão, volta mais cinco minutinhos. Pronto, tá lindo.
Cebola bem caramelizada antes do leite: aqui é onde a mágica do sabor acontece. Não pule isso, não importa a preguiça. Por quê? O fubá sozinho pode deixar sem graça, mas essa etapa faz toda diferença no sabor da Sopa Paraguaya. Duvida? Experimenta e depois me conta nos comentários se faltou profundidade.
Não joga o resto fora: enrola bem no plástico ou põe num pote. Requentado no forno, a casquinha volta a ficar crocante e o cheiro de milho invade a casa de novo. E cá entre nós: já briguei em casa pra quem ficava com a ponta da assadeira. E aí, na sua família, alguém também faz essa disputa?
Bate as claras firme até ficar igual neve mesmo, tipo gorro de inverno! Mistura com todo carinho, de baixo pra cima, pra não perder o fofo e deixar a massa que nem sola de sapato. Quer leveza? Aqui mora o pulo do gato.
Já achei que dourado de borda era sinal de ponto, mas me dei mal... O segredo está no centro ficar sequinho: espeta o palito, sentiu que não pegou massa? Tá pronto. Senão, volta mais cinco minutinhos. Pronto, tá lindo.
Cebola bem caramelizada antes do leite: aqui é onde a mágica do sabor acontece. Não pule isso, não importa a preguiça. Por quê? O fubá sozinho pode deixar sem graça, mas essa etapa faz toda diferença no sabor da Sopa Paraguaya. Duvida? Experimenta e depois me conta nos comentários se faltou profundidade.
Não joga o resto fora: enrola bem no plástico ou põe num pote. Requentado no forno, a casquinha volta a ficar crocante e o cheiro de milho invade a casa de novo. E cá entre nós: já briguei em casa pra quem ficava com a ponta da assadeira. E aí, na sua família, alguém também faz essa disputa?
