Mesa cheia, gente falando alto, briga por espaço e a Sopa Paraguaya indo embora mais rápido que aviso de sobremesa. Já perdi a conta das vezes que tentei cortar as fatias todas iguais e, no fim, uma sempre sai torta ou despenca (quem nunca?). Esse pão de milho paraguaio é feito com fubá, queijo e cebola caramelizada, criando uma textura que cai pesada na forma mas depois cresce e fica úmida no meio, dourada por cima.
O cheiro da cebola dourando, misturado ao do queijo derretendo, invade a casa inteira e dá até pra escutar a casquinha fazendo aquele barulhinho quando sai do forno. A Sopa Paraguaya é mais do que acompanhamento – é história sendo servida no prato, tradição de família que virou mão na massa e bateção de papo enquanto o pão assa.
Todo mundo pronto pra atacar antes de esfriar – às vezes nem espero o tempo certo de descanso, de tanta ansiedade! Já rolou disputa pra ver quem raspa a panela e quem pega a ponta da forma. Na sua casa, esse clássico é mais disputado no domingo ou acaba sobrando pro café da manhã do dia seguinte?
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🔄 Conversor de Medidas

Ingredients
- 0.5 xícara manteiga sem sal temperatura ambiente
- 1000 ml leite integral fervente
- 2 xícara fubá fino
- 2 unidade cebola grande cortada em rodelas finas
- 2 xícara queijo meia cura ralado grosso pode substituir por minas curado ou parmesão
- 5 unidade gemas
- 5 unidade claras batidas em neve firme
- 1 colher de sopa fermento em pó
- 1 a gosto sal com cuidado, pois o queijo já é salgado
Method
- Pré-aqueça o forno a 200°C. Unte uma assadeira retangular grande (30x20 cm) com manteiga e reserve.
- Em uma panela grande, derreta a manteiga em fogo médio e refogue as rodelas de cebola até ficarem macias, translúcidas e levemente douradas, mexendo sempre — cerca de 8 minutos.
- Com a panela ainda no fogo médio-baixo, despeje o leite fervente sobre a cebola refogada e misture bem. Acrescente o fubá aos poucos, mexendo continuamente com uma colher de pau até formar um angu espesso e homogêneo.
- Retire a panela do fogo. Tempere com sal, lembrando que o queijo já traz sabor. Adicione o queijo ralado e as gemas, uma a uma, incorporando bem a cada adição.
- Acrescente o fermento em pó e misture. Em seguida, adicione as claras em neve em três etapas, dobrando a massa delicadamente com uma espátula de baixo para cima para manter o ar incorporado.
- Despeje a massa na assadeira untada, alisando a superfície com uma espátula. Leve ao forno pré-aquecido e asse por 40 a 45 minutos, até a superfície ficar bem dourada e um palito inserido no centro sair limpo.
- Retire do forno e deixe descansar por 10 minutos antes de cortar. Sirva em fatias generosas, ainda morno.
Notes
Bate as claras firme até ficar igual neve mesmo, tipo gorro de inverno! Mistura com todo carinho, de baixo pra cima, pra não perder o fofo e deixar a massa que nem sola de sapato. Quer leveza? Aqui mora o pulo do gato.
Já achei que dourado de borda era sinal de ponto, mas me dei mal... O segredo está no centro ficar sequinho: espeta o palito, sentiu que não pegou massa? Tá pronto. Senão, volta mais cinco minutinhos. Pronto, tá lindo.
Cebola bem caramelizada antes do leite: aqui é onde a mágica do sabor acontece. Não pule isso, não importa a preguiça. Por quê? O fubá sozinho pode deixar sem graça, mas essa etapa faz toda diferença no sabor da Sopa Paraguaya. Duvida? Experimenta e depois me conta nos comentários se faltou profundidade.
Não joga o resto fora: enrola bem no plástico ou põe num pote. Requentado no forno, a casquinha volta a ficar crocante e o cheiro de milho invade a casa de novo. E cá entre nós: já briguei em casa pra quem ficava com a ponta da assadeira. E aí, na sua família, alguém também faz essa disputa?
Como acertar o ponto da Sopa Paraguaya tradicional
- O angu, aqui, é da escola raspa-panela: tem que soltar fácil das laterais e cair pesado na colher de pau. Sabe aquele visual de mingau grosso, cheirando bem forte a milho? Se ficou muito líquido, põe mais fubá (do tamanho de uma colher generosa) e mexe até dar liga. Não tem erro.
- Bate as claras firme até ficar igual neve mesmo, tipo gorro de inverno! Mistura com todo carinho, de baixo pra cima, pra não perder o fofo e deixar a massa que nem sola de sapato. Quer leveza? Aqui mora o pulo do gato.
- Já achei que dourado de borda era sinal de ponto, mas me dei mal… O segredo está no centro ficar sequinho: espeta o palito, sentiu que não pegou massa? Tá pronto. Senão, volta mais cinco minutinhos. Pronto, tá lindo.
- Cebola bem caramelizada antes do leite: aqui é onde a mágica do sabor acontece. Não pule isso, não importa a preguiça. Por quê? O fubá sozinho pode deixar sem graça, mas essa etapa faz toda diferença no sabor da Sopa Paraguaya. Duvida? Experimenta e depois me conta nos comentários se faltou profundidade.
- Não joga o resto fora: enrola bem no plástico ou põe num pote. Requentado no forno, a casquinha volta a ficar crocante e o cheiro de milho invade a casa de novo. E cá entre nós: já briguei em casa pra quem ficava com a ponta da assadeira. E aí, na sua família, alguém também faz essa disputa?
Versões da Sopa Paraguaya para todos os gostos
- Tá sem metade do fubá? Bota uma xícara de milho de lata batido e segue firme: fica super úmido e com aquele sabor docinho de interior. Improviso é lei no fim do mês.
- Curte pão de queijo? Experimenta trocar o queijo meia cura por coalho ralado grosso – lembra aquele pãozinho mineiro e dá textura puxenta quando puxa a fatia. Essa versão de Sopa Paraguaya fica ainda mais irresistível.
- Quer mais leve? Coloca só duas colheres de manteiga e leite semidesnatado, mais queijo minas frescal, sem peso na consciência (nem na barriga!). Fica menos cremoso, mas ainda assim dá pra passar aquela manteiga de roça.
- Pra sair da rotina, taca salsinha picada ou orégano na massa, tipo punhado de vó mesmo. Já tentou servir essa variação de Sopa Paraguaya junto de churrasco ou carne de panela? Fica coisa de outro mundo.
💡 Substituições Econômicas
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queijo meia cura ralado grosso → queijo minas frescal amassado com garfoEconomia de ~35%Sabor mais suave e menos salgado - ajuste o sal da receita
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manteiga sem sal → margarina culináriaEconomia de ~65%Textura similar, sabor levemente mais neutro e menos amanteigado
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leite integral → leite em pó reconstituído (1 litro)Economia de ~40%Resultado muito próximo ao original, sem diferença perceptível no produto final
📊 Informação Nutricional (por porção)
*Valores calculados com base na Tabela TACO (UNICAMP)
Perguntas Frequentes
Por que a Sopa Paraguaya se chama sopa se não é líquida?
O nome Sopa Paraguaya ficou por causa de um erro na cozinha: tentaram fazer uma sopa de milho, mas deu aquela engrossada, então assaram. Virou essa torta de fubá que o pessoal serve fatiando. O nome da Sopa Paraguaya ficou mesmo parecendo confusão, né?
Posso fazer Sopa Paraguaya sem bater as claras em neve?
Pode fazer Sopa Paraguaya sem bater clara, mas já aviso: vai ficar mais denso e pesado, tipo bolo de milho solado. As claras em neve deixam a massa levinha e com aquele interior fofo. Vale o esforço, nem que seja no braço.
Qual queijo é o mais fiel à receita original paraguaia?
O queijo mais fiel para o preparo da Sopa Paraguaya é o paraguaio fresco, que lembra o minas meia cura do Brasil. Se não achar, pode trocar por queijo minas curado, que segura a onda na textura e sabor. Parmesão? Só um chorinho, se for formiga.
Dá para congelar a Sopa Paraguaya pronta?
Pode congelar a Sopa Paraguaya sem medo: corta em fatias, enrola direitinho no plástico, congela por até três meses. Depois, deixa descongelar devagar na geladeira e esquenta no forno bem quente para recuperar a casquinha e não perder sabor.