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Tem prato que carrega história dentro de cada garfada. O quibe assado é um desses clássicos que cruzou oceanos — saiu do Líbano e da Síria no início do século XX, viajou com os imigrantes árabes e se instalou de vez nas mesas brasileiras, especialmente no interior de São Paulo e em Minas Gerais. Na minha casa, a minha avó preparava toda semana: o cheiro de hortelã misturado com carne temperada tomava conta da cozinha e já anunciava que o almoço ia ser especial.
O trigo para quibe é o ingrediente que dá estrutura e identidade ao prato — ele hidrata, absorve os temperos e garante aquela textura firme por fora e úmida por dentro que a gente ama. Diferente do quibe frito, a versão assada é mais leve, rende mais e é muito mais prática: você monta, leva ao forno e aproveita o tempo para preparar uma salada ou um arroz soltinho.
Nesta receita, usei carne moída de segunda passagem (patinho ou coxão mole funcionam muito bem), bastante hortelã fresca e um fio generoso de azeite por cima antes de assar — esse detalhe faz toda a diferença na cor dourada e no sabor final. Sirva com coalhada seca, arroz árabe ou simplesmente com limão espremido. Vem aprender!
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